Garota Infernal

Há motivos de sobra para você assistir esse terror adolescente. Nele você vai encontrar além de pitadas de comédia e punhados de sexualidade, a incrível e maravilhosa Megan Fox.
Mas não vá se empolgando muito ainda. Se tudo o que você sabe sobre o projeto é que Megan Fox foi fotografada saindo pelada de um lago, é melhor ir se acalmando, pois aquelas imagens não estão no filme. A cena em questão mostra Jennifer (Fox) nadando nua, mas tudo bem de longe, evidenciando apenas seus contornos. Aliás, o que a srta. Fox mais faz neste filme é insinuar, desde a primeira sequência, em que ela está na sua cama, de shortinhos minúsculo e decote generoso. Nada como ter 23 anos e o superpoder de desafiar a gravidade.
No filme, Jennifer desponta como a líder de torcida desejada e conhecida por todos da sua pequena cidade. Ela sabe que é gostosa e agora quer se aventurar com os caras da “cidade grande”. A oportunidade perfeita acontece quando um grupo de rock vai tocar por lá. Lápis no olho, franja na cara e uma música chiclete para embalar a galera. Jennifer fica hipnotizada pelo vocalista (Adam Brody) e mal consegue reagir quando o lugar começa a pegar fogo. Lá fora, depois de ser salva pela sua melhor amiga, Needy (Amanda Seyfried), a morena ainda não sabe o que fazer e é facilmente levada para a van do grupo, para o desespero da amiga.
O que acontece depois disso, o público só vai ver depois, mas como é algo que estava em todas as sinopses vale contar: (sim, Spoilers adiante) Jennifer é levada para o meio da floresta, onde é oferecida em um ritual satânico. Porém, o que a banda não sabe é que a moça não é virgem há muito tempo e por isso nem tudo sai conforme o planejado. O demônio se apossa, então, do corpo de Jennifer, que fica ainda mais linda e, literalmente, poderosa. Mas isso só dura enquanto ela está com o tanque cheio de sangue. Se ela fica muito tempo sem comer alguém, sua pele e cabelos começam a ficar secos e seu humor... bom, imagine algo como um demônio na TPM.
Garota Infernal segue algumas regras dos filmes de terror com adolescentes, em que sexo e morte estão intimamente ligados. Mas é nos diálogos afiados e cheios de referências pop escritos por Diablo Cody que ele se diferencia. Nada como ouvir um roqueiro satanista perguntando para o outro: “Você quer ser um grande perdedor ou quer ser rico e impressionante como o Maroon 5?”
Além disso, o filme conta com músicas moderninhas, que devem agradar ao público jovem, e a cena que deve ficar na memória de muita gente: o beijo entre Jennifer e Needy. De resto, é um terror que não mete medo; uma lenda sobre duas BFFs que acabam seguindo caminhos opostos. Enfim, não é um “it movie”.
CRÍTICAS
Parece que Diablo Cody errou mesmo a mão no roteiro Garota Infernal, isso porque as críticas que o longa vem recebendo após a sua exibição no Festival de Toronto não são nada boas e até mesmo Megan Fox, que vive a protagonista da história, disse que se sentiu confusa com o script.
Fox comentou que, em alguns dias no set das filmagens, ela perguntava para a diretora: “O que essa p** significa?”. Sem saber o que responder, a cineasta falava para continuar filmando mesmo sem entender. Algumas das falas que foram questionadas pela atriz foram: “Você é tão gelatina, tão gelatina verde-limão”, “Como você está, Vagisil?” e, para finalizar, em uma cena um personagem diz: “Jesus Batata-Frita”.
Segundo o site Risky Biz Blog, as afirmações da atriz podem ter sido uma brincadeira, já que Fox tem mostrado seu senso de humor em várias entrevistas.
A trama segue uma adolescente que, ao ficar possuída, começa a matar os rapazes de uma pequena cidade.
TRAILER
Read the full storyFolha do IIES | 16

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Read the full storyEntrevista: Orlando Silva
Não é só o nome que Orlando Silva, ministro dos Esportes,tem em comum com aquele que, nos anos 40, foi chamado de “o cantor das multidões”. O ministro também adora soltar a voz. Ele cantou em Copenhague, na Dinamarca, para festejar a escolha do Rio como sede olímpica. Depois, repetiu a dose em um bar de Brasília
O senhor costuma cantar em bares?
Normalmente, só canto em casa. No meu aniversário, no da minha mulher, da minha filha... Sempre junto os amigos para fazer um som.
Qual é seu estilo?
Gosto de música mineira, baiana e de sambas, especialmente os da velha-guarda.
Já estudou música?
Eu tocava corneta na banda do colégio. No meu último aniversário, minha mulher me deu um trompete.
Sabe tocá-lo?
Comecei a tomar aulas, mas tive de parar por causa da agenda de ministro, que é muito cheia. Agora, só brinco um pouco nos fins de semana.
Já cantou para o presidente Lula?
Uma vez, no Alvorada, ele disse: “Seu nome não é Orlando Silva? Canta aí”. Cantei Rosa, do Pixinguinha. É assim, ó: “Tu és divina e graciosa, estátua majestosa do amor...”
E ele gostou?
Na hora, eu esqueci a letra. Tentaram me ajudar, mas a música é difícil. No fim, ele disse: “Foi mal. Treine mais para a próxima vez”. Levei o Troféu Abacaxi, igual àquele do Chacrinha, lembra?
Felipe Pradella: culpado ou heroi?
Ninguém saiu ileso. O novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) prometia transformar a educação e gerar um sistema mais justo e transparente para escolher os alunos mais capazes de frequentar as universidades brasileiras. Em vez disso, tornou-se um festival de trapalhadas que lembra um filme de pastelão. Quem consegue acompanhar a complexa trama que precedeu e se seguiu no vazamento da prova chegará a uma conclusão inescapável: uma quadrilha de amadores atrapalhou a vida de 4,1 milhões de estudantes, revelou a fragilidade do sistema de segurança das provas, convulsionou o calendário educacional brasileiro e trouxe embaraço para as autoridades - tanto aquelas que sonhavam em criar um novo vestibular mais justo quanto os investigadores da polícia cuja missão é simplesmente prender os culpados.
Na revista Época do dia 12 de outubro, um dos indiciados pelo roubo do Enem contou sua versão dos fatos relativos ao vazamento do exame. Felipe Pradella, corretor de imóveis, de 32 anos, pareceu não ter noção da gravidade da situação em que se envolveu. Na entrevista, ele contou que era contratado como conferente, mas não tinha uma função específica. “A gente embalava caixas, conferia mercadoria, retirava pallets, que é onde ficam as provas lacradas”, disse.
Segundo Pradella, tinha aproximadamente 40 pessoas sem função definida e todos tinham acesso à prova. “A gente não tinha um local específico para ficar e para trabalhar. Só na impressão a gente nem passava perto”. O corretor ainda revelou à revista, que havia instruções de segurança da gráfica, “Não podia entrar com celular e bolsa. No dia em que o rapaz contratou a gente, disse: ‘Não pode falar em bares e lanchonetes, não pode divulgar o que vocês estão trabalhando’. Fui saber no segundo ou terceiro dia que era o Enem.” Mesmo com as instruções, Pradella disse que esquecia muitas vezes, e entrava com o celular, e alguma vez chegou até a atender uma ligação dentro da empresa. Assim como ele, os outros colegas de trabalho também atendiam as ligações, já que não tinha ninguém vigiando. A repórter da revista, AnnaAranha, ainda perguntou para o indiciado se faziam os funcionários eram revistados na entrada e na saída, a resposta foi seco e áspera, “Nunca teve.”
Pradella foi questionado sobre como percebeu que a prova poderia ser vazada, e respondeu: “Na hora em que ela chegou na minha mão e contei para o meu amigo, o Gregory (o DJ Gregory Camillo). Ele falou: ‘Como arrumou?’. Eu falei: ‘Foi o moleque que trabalha lá (Felipe Ribeiro) que me deu’. Ele disse: ‘Isso dá o maior furo jornalístico, vamos divulgar’. Eu falei: ‘Se está comigo, com quantas pessoas não está? Vamos fazer uma denúncia’. ‘Vamos, dá até para ganhar um dinheiro’.” O corretor revelou que recebeu a prova quando já estava indo embora do serviço do Felipe Ribeiro, contou ao amigo Gregory que se interessou ao descobrir que ele tinha uma prova do Enem na bolsa. Foi então que Gregory decidiu pegar a prova e fazer contatos. No dia seguinte, ele pegou Pradella e levou à pizzaria de outro amigo (Luciano Rodrigues), com quem contariam com a ajuda. Quando Luciano viu, falou: “O negócio é sério, dá para vocês fazerem um furo legal”. Segundo Pradella, o dono da pizzaria entrou em contato com muitas pessoas, “Ele ligou para um monte de gente. Acho que já ligou para a Renata (Cafardo, repórter de O Estado de S. Paulo, jornal que divulgou o vazamento da prova). Ele anotou um monte de telefones e deu na mão do Gregory”.
Questionado sobre quando foi o contato com a imprensa, Pradella revelou, “Eu estava na casa da minha namorada, ele ligou e disse: ‘Vem para cá, a gente precisa conversar’. Já tinha entrevista com um fulano. A gente encontrou três pessoas, até um rapaz da Globo (Editora Globo, um repórter da revista Época). O primeiro contato foi com o rapaz da Record. Eu cheguei e eles (Gregory e o repórter) já estavam conversando. O cara estava falando: ‘R$ 500 mil é um negócio interessante, interessa para mim, vou entrar em contato’. O Gregory deu um telefone para ele.”
Depois de conversas com repórteres e do jornal O Estado de S. Paulo, Pradella voltou para casa e, na entrevista, revelou como foi a reação dele quando saiu a primeira reportagem, “Acordei cedo na minha namorada, 8 horas, passou no jornal, na TV. Eu estava tomando café, quase engoli o copo. ‘Vazou informação...’ ‘Dois rapazes...’ Quase morri do coração. Primeiro, fiquei revoltado, passou na TV que melou o Enem e eu vi minha foto. Pensei: ‘Meu Deus, eles falaram que iam comprar uma informação, não entendi’. Liguei para o Gregory e falei: ‘Meu, você viu o que ela fez?’. E ele disse: ‘Depois te ligo não posso falar no telefone’. Desligou. Liguei à tarde, ele não atendeu mais.
A intenção de Pradella, poderia ser boa, dependendo do ponto de vista. “Consegui o que queria, delatar o fato ocorrido. Mas eu queria ter ganhado o mérito. O que apareceu foi o contrário. Queria ter aparecido como o cara que fez uma denúncia, que salvou um monte de alunos.”
Em resposta à pergunta da repórter, se ele achou que estava ajudando, Pradella afirmou, “Achei não, eu ajudei os alunos. Se fosse depois da prova, do que ia adiantar? Um monte de gente ia passar por uma fraude. Mas não foi esse mérito que eu ganhei”.
Realmente o crédito não foi concedido a ele, porém se eles não tivessem feito isso, teriam outras pessoas conseguido roubar um exemplar da prova para fazer uma ‘boa ação’ provando que havia possibilidade de fraude?
Aspirina: não é só remédio

Quando estamos com gripe ou dor de cabeça é muito comum ouvirmos de alguém “Toma uma aspirina que passa”. Mas além de curar gripes, resfriados e dores de cabeça repentinas, a aspirina tem muitas outras utilidades. Confira:
Aspirina é bom para: tirar manchas de suor
Antes de perder as esperanças de um dia tirar as manchas de suor da camisa branca que você adora, experimente triturar dois comprimidos de aspirina e dissolver o pó em 1/2 xícara de água morna. Deixe a parte manchada da roupa embebida na solução por um período de 2 a 3 horas. Você irá tirar as manchas de suor sem estragar o tecido.
Aspirina é bom para: recuperar a cor do cabelo
Nadar em piscina com cloro pode surtir um efeito perceptível - e desagradável - na cor do seu cabelo se ele for claro. Mas você pode recuperar a cor original do seu cabelo dissolvendo de 6 a 8 comprimidos de Aspirina num copo com água morna. Esfregue a solução no cabelo e deixe-a agir por 10 a 15 minutos.
Aspirina é bom para: secar espinhas
Mesmo quem já passou faz tempo da adolescência pode ter espinhas de vez em quando. Dê fim às irritantes erupções triturando 1 comprimido de Aspirina e molhando-o com um pouco de água. Aplique esta pasta na espinha e deixe-a agir por alguns minutos antes de lavar com água e sabonete. Ela vai reduzir a vermelhidão e aliviar a ardência. Se a espinha persistir, repita o procedimento até ela sumir por completo.
Aspirina é bom para: usar como anti-caspas
Controle a caspa do seu cabelo triturando 2 comprimidos de Aspirina e acrescentando-os à quantidade normal de xampu que você usa ao lavar seus cabelos. Deixe a mistura agir por 1 ou 2 minutos, enxágüe e lave novamente com xampu puro.
Aspirina é bom para: acabar com calosidades dos pés
Amoleça as calosidades dos pés triturando 5 ou 6 comprimidos de Aspirina. Faça uma pasta, acrescentando 1/2 colher de chá de suco de limão e 1/2 colher de chá de água. Aplique a mistura nas áreas afetadas, enrole o pé numa toalha morna e cubra-o com saco plástico. Depois de ficar sem pisar no chão por pelo menos 10 minutos, retire o saco e a toalha e esfolie o calo amolecido com pedra-pomes.
Aspirina é bom para: aliviar picadas e ferroadas
Controle a inflamação causada por picadas de mosquito ou ferroadas de abelha molhando a pele e esfregando 1 comprimido de Aspirina no local. Evidentemente, se você for alérgico a ferroadas de abelha, e sentir dificuldade respiratória, dor de barriga ou náusea depois da ferroada, busque socorro médico imediato.
Aspirina é bom para: manter as flores vivas e bonitas
Trata-se de um método comprovado de manter rosas e outras flores frescas que foram colhidas bonitas e vivas por mais tempo: jogue 1 comprimido de Aspirina triturada na água antes de dispor as flores. Outros produtos domésticos que você pode pôr na água para prolongar a vida do arranjo de flores são: um multivitamínico, 1 colher de chá de açúcar, 1 pitada de sal ou bicarbonato de sódio, e até 1 moeda de cobre. Também não se esqueça de trocar a água do vaso onde estão as flores com freqüência e repetir o procedimento.
Aspirina é bom para: usar como fertilizante
A Aspirina não é um elemento indispensável apenas para você, mas também para o seu jardim. Alguns jardineiros trituram os comprimidos para usar como agente fertilizante, ou misturam-nos em água para eliminar fungos do solo. Mas tenha cuidado ao usar Aspirina nas plantas, pois o excesso pode provocar queimaduras ou outros estragos. Para tratar a terra, a dosagem padrão deve ser de 1/2 a 1 comprimido por litro de água.
Aspirina é bom para: tirar manchas de ovo das roupas
Você derrubou um pouco de ovo cru na roupa enquanto cozinhava? Primeiro, raspe o máximo possível do ovo, depois tente limpar o resto com esponja e água morna. Não use água quente, pois ela vai endurecer o ovo. Se isso não remover completamente a mancha, misture água, creme de tártaro e 1 comprimido de Aspirina triturado. Passe a pasta na mancha e deixe agir por 30 minutos. Lave bem com água morna, e a mancha desaparecerá.
Os Normais 2 | Crítica
A comédia começa com o casal Rui (Luiz Fernando Guimarães) e Vani (Fernanda Torres) se acabando em um karaokê ao som de “Livin’ La Vida Loca” - apropriado para quem conhece os dois da época da sitcom que protagonizavam nas noites de sexta na Globo. Depois de mais uma das tradicionais discussões entre eles, Vani vai ao banheiro. Lá, ela faz o que eu imagino que deva acontecer em todos os banheiros femininos (só pode ser por isso que elas demoram tanto): desenha no espelho um gráfico que confronta os anos de um relacionamento com o número de vezes que o casal transa. Sua conclusão junto com as outras mulheres que estavam lá: depois de 13 anos junto com o Rui, ela está muito perto de chegar no zero-sexo! Vem então a sugestão: “faça algo que você nunca fez antes. Esse é o segredo de manter a chama acesa” - frase que vem acompanhada de um dedo em riste, aperitivo da mistura da comédia falada com a física que perdura o filme todo.
No carro, voltando para casa, ela sugere um ménage-à-trois. A primeira pessoa que vem à cabeça dos dois é Silvinha (Drica Moraes), prima da Vani por quem o Rui nutria um tesão e com quem ela “já teve um lance” na adolescência. Já deu para perceber que o tom deste segundo filme é bem diferente do anterior. Foi embora o climão de comédia romântica da estreia e voltam em maior dose os bons diálogos, o humor escrachado, físico e inteligente que tornaram a série um sucesso.
Produção em parceria com a Globo Filmes e vindo de um programa da rede plimplim, o filme é também um desfile de atores globais. Estão lá a quase onipresente Danielle Winits, Claudia Raia, Alinne Moraes, Daniele Suzuki, Daniel Dantas e Mayana Neiva, além da já citada Drica Moraes. Cada um dos papéis tem igual importância à trama, ou melhor, ao plano de levar a cabo a ideia do ménage. E por isso mesmo, vários deles, inclusive Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Torres, se despem de qualquer pudor e praticamente todas as peças de roupas. Mas não espere qualquer tipo de erotismo, pois os peladões estão ali é para fazer rir.
Filme ou televisão?
A impressão que fica sobre o texto é que ele alterna momentos mais televisivos com outros mais próximos da vida cotidiana e da liberdade que o cinema traz em relação à TV aberta. No começo do filme, fala-se de pouca bobagem, mas em momentos mais nervosos, os palavrões aparecem... e fazem toda a diferença, trazendo à loucura fictícia e exagerada um grau de realismo maior.
Tirando isso, os 75 minutos do filme deixam a impressão de que Os Normais 2 é apenas um episódio mais longo do finado programa televisivo. E entenda isso como você quiser. Mas se o casal procurava algo novo para apimentar seu relacionamento, certamente não era isso o que o diretor José Alvagenga Júnior e os roteiristas Alexandre Machado, Fernanda Young tinham em mente. Eles conseguem divertir o público melhor que muito filme que estreia por aí, mas sem mostrar grandes novidades no seu repertório. Talvez fosse a hora de trazer sangue novo à trupe e montar um ménage-à-quatre, cinc, six...
Dia 05 a 11 de outubro
Segunda-feira, 05 de outubro
Dinotopia - 1ª Parte (SBT, 14h45)
Dinotopia, de Marco Brambilla. Com Beau Bridges, Kim Delaney e John Schneider. EUA, 2002, cor, 250 min. Classificação Etária: Livre. Aventura - O pequeno avião com Sr. Frank e os filhos Karl e David cai no mar. Sozinhos, sem o pai, os irmãos chegam a um lugar mágico chamado Dinotopia: uma terra de dinossauros, onde conhecem o esperto arqueólogo Cyrus, o simpático e inteligentíssimo bibliotecário Zippo e a bela Marion, que os apresentará ao reino. Sem saída, os dois seguem as regras de Dinotopia. Quando levados à cidade, caem em uma das cachoeiras e vão parar em um rio cheio de jacarés. Quem os socorrerá?
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Sete Dias, Sete Noites (Globo, 15h40)
Six Days Seven Nights, de Ivan Reitman. Com Harrison Ford, Anne Heche e David Schwimmer. EUA, 1998, cor, 98 min. A emissora não informou a classificação etária. Comédia Romântica - Um piloto acaba em uma confusão quando é contratado por uma executiva para levá-la ao Taiti. Durante uma tempestade, ele é forçado a fazer um pouso de emergência numa ilha deserta e os dois são obrigados a conviver enquanto esperam o resgate. E entre brigas e muitas confusões, acabam se apaixonando.
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Herbie - Meu Fusca Turbinado (Globo, 22h10)
Herbie: Fully Loaded, de Angela Robinson. Com Lindsay Lohan, Justin Long e Breckin Meyer. EUA, 2005, cor, 101 min. A emissora não informou a classificação etária. Comédia - Maggie Peyton é a mais nova dona do veículo mais independente da história do cinema - o grande, poderoso e turbinado Herbie, o fusca. Entusiasmada com seu novo amigo, Maggie decide inscrevê-lo na importante competição Nascar, que, com certeza, terminará em muitas confusões. É a mais nova aventura da clássica sequência “Se Meu Fusca Falasse”, que faz muito sucesso desde seu início nos anos 60.
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Um Crime Nobre (Globo, 2h00)
Um Crime Nobre, de Walter Lima Jr. Com Ornella Muti, Reginaldo Faria e Alessandra Negrini. Brasil, 2001, cor, 101 min. A emissora não informou a classificação etária. Drama - Cláudia Maccari viaja da Itália para o Brasil com o objetivo de localizar a mãe biológica de seu filho, que é adotivo, já que ela é a única que poderá ajudar a criança a se curar de uma doença fatal. No Brasil, com a ajuda de um detetive particular, Cláudia se surpreende ao descobrir a verdadeira identidade da mãe de seu filho.
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Terça-feira, 06 de outubro
Dinotopia - 2ª Parte (SBT, 14h45)
Dinotopia, de Marco Brambilla. Com Beau Bridges, Kim Delaney e John Schneider. EUA, 2002, cor, 250 min. Classificação Etária: Livre. Aventura - Após muita tensão, todos atravessam a ponte e pouco depois se deparam com Rosemary, mãe de Marion, que os acolhe. Enquanto David dorme por uma semana, Karl se aproxima de Marion. Ela e David vão para a cidade do Canyon: ela estudaria um tipo de animal e David teria de se tornar um piloto de “skybax”. Já para Karl, Rosemary confia a missão de cuidar de um ovo de dinossauro que em breve será chamado de 26. Dinotopia já enfrenta apagões por falta de combustível.
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The Cheetah Girls: Um Mundo (Globo, 15h55)
The Cheetah Girls 3: One World, de Paul Hoen. Com Adrienne Bailon, Sabrina Bryan e Kiely Williams. EUA, 2008, cor, 90 min. A emissora não informou a classificação etária. Musical - As Cheetah Girls vão para Bollywood! Elas agitaram os EUA, balançaram a Espanha e agora vão detonar na Índia com novas aventuras musicais.
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Como Cães e Gatos (SBT, 23h)
Cats & Dogs, de Lawrence Guterman. Com Jeff Goldblum, Elizabeth Perkins e Miriam Margolyes. EUA, 2001, cor, 87 min. Classificação Etária: Livre. Aventura - Cães e Gatos usam de alta tecnologia para se enfrentarem. Os gatos querem dominar o mundo e para isso precisam deter a criação de uma vacina contra alergia a cães.
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Servindo Em Silêncio (ou “Dublê de Corpo”, opção do Intercine) (Globo, 2h)
Serving In Silence: The Margarethe Cammermeyer Story, de Jeff Bleckner. Com Glenn Close, Judy Davis e Jan Rubes. EUA, 1994, cor, 91 min. A emissora não divulgou a classificação etária. Drama - O filme conta o drama da condecorada oficial do exército americano, Margarethe Cammermeyer, que por expor segredos de sua intimidade, corre o risco de ser expulsa das Forças Armadas.
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Dublê de Corpo (ou “Servindo Em Silêncio” opção do Intercine) (Globo, 2h)
Body Double, de Brian de Palma. Com Melanie Griffith, Craig Wasson e Gregg Henry. EUA, 1984, cor, 114 min. A emissora não divulgou a classificação etária. Suspense - Jake é um ator desempregado que começa a desenvolver um comportamento estranho, sentindo um desejo incontrolável de seguir uma mulher que mora em sua rua.
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Quarta-feira, 07 de outubro
Dinotopia - Parte Final (SBT, 14h45)
Dinotopia, de Marco Brambilla. Com Beau Bridges, Kim Delaney e John Schneider. EUA, 2002, cor, 250 min. Classificação Etária: Livre. Aventura - Com o avanço dos carnívoros e a falta de energia, todos os povoados da região se dirigem para a cidade das cachoeiras, mas a pedra do sol principal não está aguentando gerar tanta energia. O senado, dirigido pelo pai de Marion, prende Karl e David por desobedecerem as leis de dinotopia. Os garotos conseguem roubar uma pedra do sol e, com a ajuda do maquiavélico Cyrus, fazem um velho submarino levá-los para o mundo subterrâneo, onde pode estar a saída para muitos problemas.
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A Fuga das Galinhas (Globo, 16h)
Chicken Run, de Peter Lord e Nick Park. Elenco não informado. EUA, 2000, cor, 84 min. A emissora não divulgou a classificação etária. Comédia - Na década de 50, numa fazenda em Yorkshire, a galinha Ginger busca incessantemente um meio de conseguir escapar do fim trágico que seus donos reservaram para ela e seus semelhantes. Após várias tentativas frustradas, surge na granja o galo Rocky, com uma ambiciosa promessa: ensinar às galinhas como voar. Mas o tempo de Ginger e Rocky é curto, já que seus donos compraram uma máquina que faz tortas de galinha e a mesma entrará em operação mais breve do que desejam.
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Rei Por Acaso (ou “Queda Livre” opção do Intercine) (Globo, 1h55)
King Ralph, de David S. Ward. Com John Goodman, Peter O’Toole e John Hurt. EUA, 1991, cor, 97 min. A emissora não informou a classificação etária. Comédia - A família real britânica é dizimada e o único herdeiro é o pianista americano Ralph Hampton, que sem nenhum talento para a música e muito atrapalhado, se meterá nas maiores enrascadas ao assumir o trono.
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Queda Livres (ou “Rei Por Acaso “ opção do Intercine) (Globo, 1h55)
Freefall: Flight 174, de John Irvin. Com Eric Roberts, Jeff Fahey e Pamela Gidley. EUA, 1994, cor, 96 min. A emissora não informou a classificação etária. Aventura - Fotógrafa em missão especial na África envolve-se com misterioso conterrâneo. De volta aos EUA, descobre que ele é um agente da Interpol e a usou para conseguir informações sobre agentes corruptos. Mas antes que possam resolver suas diferenças, os dois passam a ser perseguidos por assassinos.
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Quinta-feira, 08 de outubro
Ataque ou Defesa (SBT, 14h45)
Switching Goals, de David Steinberg. Com Mary Kate Olsen, Ashley Olsen e Kathryn Greenwood. EUA, 1999, cor, 85 min. Classificação Etária: Livre. Aventura - As gêmeas Sam e Emma são fisicamente idênticas mas com gostos e aptidões bem diferentes. Sam leva o maior jeito para os esportes, enquanto Emma se dedica à moda e aos paqueras. A mãe psicóloga, Denise, temendo ciúmes entre as irmãs pois o pai só leva Sam aos jogos, o obriga a inscrevê-las em uma liga de futebol misto e ainda exige que as escale no mesmo time. Como elas vão driblar os pais e os adversários? Johnny Kapahala - De Volta
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Ao Havaí (Globo, 15h40)
Johnny Kapahala, de Eric Bross. Com Brandon Baker, Robyn Lively e Mary Page Keller. EUA, 2007, cor, 87 min. A emissora não informou a classificação etária. Comédia - Johnny, jovem campeão de snowboarding em Vermont, volta ao Havaí para o casamento do avô, uma lenda do surfe. Mas, além de dar uma Mao ao avô numa disputa comercial, acaba tendo de ajudar o enteado dele a adaptar-se à nova família.
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Lenda Urbana 3: A Vingança de Mary (ou “Um Amor Verdadeiro “ opção do Intercine) (Globo, 1h45)
Urban Legends: Bloody Mary, de Mary Lamber. Com Kate Mara, Robert Vito e Tina Lifford. EUA, 2005, cor, 93 min. A emissora não informou a classificação etária. Terror - Durante uma noite de celebração, Samantha (Kate Mara) e duas amigas invocam um espírito maligno durante uma brincadeira. E o que parecia ser apenas uma noite divertida entre colegiais, transforma-se numa trágica sucessão de assassinatos, que precisam ser detidos a qualquer custo. Com o mal a solta, elas precisam evitar o pior e fazer de tudo para controlar essa vingança, nem que para tanto seja preciso colocar a própria vida em perigo.
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Um Amor Verdadeiro (ou “Lenda Urbana 3: A Vingança de Mary” opção do Intercine) (Globo, 1h45)
Confessions Of A Sexist Pig, de Sandy Tung. Com Edward Kerr, Traylor Howard e Lauren Graham. EUA, 1998, cor, 91 min. A emissora não informou a classificação etária. Comédia romântica - Ator de novela expõe suas idéias machistas sobre relacionamentos amorosos. Mas ao se apaixonar por uma colega de profissão, ele enfrenta o maior dos desafios, pois ela segue uma conduta parecida com a dele.
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Sexta-feira, 09 de outubro
Dibu 3: A Grande Aventura (SBT, 14h45)
Dibu 3, de Raul Rodriguez Peila. Com German Kraus, Stella Maris Closa e Alberto Anchart. Argentina, 2002, cor, x min. Classificação Etária: Livre. Infantil - O simpático garoto Dibu adora sua família, inclusive sua irmãzinha Buji, mas quer fazer amigos fora de casa. Por isso, recorre à internet e conhece o pequeno Martin. Juntos descobrem que o pai de Martin era um cientista e, que horas depois, seria responsável por uma missão interplanetária. E lá vai Dibu para o espaço em uma missão de paz. Enquanto Dibu se dirige para Marte, Buji descobre que seu irmão corre riscos. Perigo no espaço e pânico na Terra.
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Evolução (Globo, 15h40)
Evolution, de Ivan Reitman. Com Michael Bower, Wayne Duvall e David Duchovny. EUA, 2001, cor, 101 min. A emissora não informou a classificação etária. Aventura - Um meteoro vindo do espaço, carregando organismos extra-terrestres, cai no deserto do Novo México, nos Estados Unidos. Os organismos rapidamente se adaptam ao novo ambiente, lá se multiplicando e evoluindo e logo se tornando uma ameaça real à toda humanidade. Para combatê-los é enviado o exército americano e uma equipe de cientistas liderada pela Dra. Allison Reed, que precisará lidar ainda com os cientistas Ira Kane e Harry Block, os autores da descoberta acerca dos alienígenas.
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Do luto à luta (TV Brasil, 22h30)
Do Luto à Luta, de Evaldo Mocarzel. Elenco não informado. Brasil, cor, 75 min. Classificação Etária: Livre. Documentário - O filme mostra o mundo dos portadores de síndrome de Down. O longa-metragem é retratado a partir da ótica de um downiano, que tem uma visão muito peculiar, sensorial e engraçada. As dificuldades enfrentadas no cotidiano, o preconceito da sociedade e as suas potencialidades são revelados no filme. A síndrome atinge cerca de 8 mil bebês a cada ano no Brasil.
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Meninas Malvadas (SBT, 23h)
Mean Girls, de Mark Waters. Com Lindsay Lohan, Rachel Mcadams e Tim Meadows. EUA, 2004, cor, 97 min. Classificação Etária: Livre. Comédia - A tranquila e ingênua Cady morou 12 anos com os pais na África. Agora, aos 16, está de volta aos EUA e conhecerá o competitivo mundo das meninas poderosas, um grupo de malvadas garotas lideradas pela bela e má Regina.
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Questão de Honra (ou “Alma de Herói” opção do Intercine) (Globo, 1h50)
A Few Good Men, de Rob Reiner. Com Tom Cruise, Jack Nicholson e Demi Moore. EUA, 1992, cor, 138 min. A emissora não informou a classificação etária. Drama - Morte acidental de soldado em base militar, depois de ter sido atacado por dois colegas da corporação, leva a suspeita de ter existido “alerta vermelho”, espécie de punição extra-oficial na qual um oficial ordena a subordinados seus que castiguem um soldado que não tenha se comportado corretamente. Quando o caso chega aos tribunais, o jovem advogado Daniel Kaffee resolve não fazer nenhum tipo de acordo e tentar descobrir a verdade.
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Alma de Herói (ou “Questão de Honra” opção do Intercine) (Globo, 1h50)
Seabiscuit, de Gary Ross. Com Tobey Maguire, Jeff Bridges e Chris Cooper. EUA, 2003, cor, 141 min. A emissora não informou a classificação etária. Drama - Charles Howard é um milionário que ganhou um cavalo de pequeno porte e muito indisciplinado, chamado Seabiscuit, que nunca teve grande destaque nas corridas. Determinado, ele decide treiná-lo de forma a torná-lo competitivo e para isso, contrata o jóquei Red Pollard e o treinador Tom Smith, conhecido por sua capacidade de se comunicar com cavalos. Juntos conseguem transformar Seabiscuit no cavalo do ano em 1938, chamando a atenção da população americana.
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Sábado, 09 de outubro
Escola de Rock (SBT, 23h00)
O guitarrista irreverente e louco Dewey Finn é dispensado da própria banda que criou. Sem dinheiro, e quase sem teto, Dewey vê sua sorte mudar quando, se passando por outra pessoa, assume as aulas de música de uma tradicional escola particular. Para as dificuldades iniciais com os alunos, com o conteúdo e com a diretora linha dura, ele só tem uma solução: rock´n roll.
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Domingo, 10 de outubro
A Maldição de Quicksilver (Band, 01h)
Quicksilver é um homem que tem o estranho poder de prever o futuro das pessoas. Suas visões são sempre apavoradoras. Por um golpe do destino, Olívia e Charlie caem na armadilha do diabólico mago. Olivia testemunha o desaparecimento do seu marido, em meio a uma estrada deserta, sem nenhuma explicação aparente. O malandro Charlie, que vive de pequenos roubos e delitos, vê suas mãos ganharem vida própria e cometerem crimes horrorosos contra sua vontade.
E tem uma pedra no meio do caminho
NO FINAL do mês de setembro, a professora Ana Maria pediu aos alunos do segundo semestre uma redação sobre os obstáculos que nós administradores enfrentaremos quando começarmos a exercer nossa profissão. Com isso, nos fez pensar sobre as barreiras que todos os profissionais encontram no meio do caminho.
Em todas as profissões encontramos obstáculos, situações difíceis e embaraçosas para nos testar, porém se não conseguirmos enfrentar essas barreiras, como poderemos provar que estamos pronto para atuar na profissão desejada?
O gari, o arquiteto, o médico, o professor, o jogador de futebol e até o pianista enfrentam suas barreiras, ou pelo menos tentam vencê-las. São inevitáveis as situações de desconforto que aparecem em nosso caminho. As barreiras que encontramos são muitas e entre elas está o desemprego, gerado na maioria das vezes pela ‘troca tecnológica’ onde as empresas deixam de contratar homens para comprar suas máquinas que faz muito mais (ou até a mesma coisa) que um humano. A alta competitividade no mercado é outra dificuldade que se torna uma barreira a ser vencida em nosso caminho. O motivo do aumento de profissionais competindo pela mesma vaga, é pelo número assustador de desempregados que procuram fazer algum curso, que dê dinheiro ou pelo menos que consiga encontrar um emprego mais fácil.
Administração era um curso pouco comum há dez anos atrás, mas com o aumento da procura de profissionais dessa área, arquitetos, médicos, engenheiros optaram por voltar à faculdade, com esperança de que com um diploma de administração, encontre mais rápido alguma vaga de trabalho. Contudo, as barreiras foram aumentando na vida de todos os profissionais pelo excesso dos mesmos no mercado de trabalho.
É como já disse em um de seus poemas, o poeta Carlos Drummond de Andrade, “Tinha uma pedra no meio do caminho. No meio do caminho tinha uma pedra”. Para vencê-la, não sabemos direito o que devemos fazer, mas temos certeza de uma coisa: a pedra existe e estamos aqui para lutarmos contra ela, ou então prepararmos nosso corpo para pular todos os obstáculos que estão no nosso caminho e aquelas barreiras que ainda virão.
O mito do progresso

Num mundo repleto de tecnologias avançadas, uma mídia global especializada em atrair ao consumismo, tenta nos convencer que estamos em uma era de imenso progresso. Porém o século 20 foi o mais violento da história registrada, devido o grande número de mortes causadas por guerras durante esse período.
No Rio de Janeiro e São Paulo, morrem mais civis do que nas guerras localizadas. Falando em guerra, esse termo ampliou-se, pois nesses estados citados anteriormente, há “guerra contra droga” e “guerra contra o terror”. A sociedade está cada vez mais hostil e, de quem é a culpa dessa agressividade? Dos padrões hollywoodianos, que interferem discaradamente no comportamento da sociedade. São aqueles filmes onde o mocinho usa sem limite todos os tipos de drogas.
Uma pesquisa revelou que uma hora de programação típica de TV norte-americana contém de 3 a 5 atos violentos. O sociólogo Monique Dagnaud recomendou ao seu governo (da França) muito cuidado com os efeitos da propaganda em crianças de 4 a 12 anos, fortemente influenciáveis. Na França, nessa idade, elas assistem a quase três horas de TV por dia.
Quem não se lembra da propagada dos cigarros Hollywood, Marlboro ou até mesmo daquele cigarrinho de chocolate? Pois é, incentivavam a criança e o adulto a ter o vício do cigarro. Tiraram as propagandas do cigarro do ar, porém ainda continua a incentivar pessoas, nos filmes americanos, onde fumar é chique – ou parece ser.
E não é só esse tipo de propaganda, há ainda os programas da televisão que não levam a nada, a não ser uma discórdia de opiniões. É preciso considerar ainda, que a criança muito pobre é exposta à mesma propaganda que a criança rica. E quando as mensagens explícitas ou subliminares associam afeto e sucesso a produtos, quem pode comprar o faz; quem não pode, acumula frustrações; ou, em casos extremos, pratica a violência. O maior número de roubos, segundo pesquisa na Febem paulista, foi de tênis ou camiseta de grife.
Com toda essa parafernália digital como TVs digitais, celulares, sensores automáticos e mágias da eletrônica e da computação, estamos criando um mundo mais violento e cruel. É preciso rever o conceito sobre progresso, porque como nós estamos, não parece ser um avanço de cultura, idéias e opiniões, mas sim um avanço tecnológico – e nada mais.
Roman Polanski - O passado o condenará?

O roteiro está pronto e a história de tragédia, triunfo e queda é real. Um menino judeu perde a mãe num campo de concentração e é criado, de favor, por uma família católica. Quando adulto, sua mulher grávida de oito meses é assassinada a punhaladas por fanáticos de uma seita mística. Vira um dos cineastas mais respeitados do mundo e ganha um Oscar. Então se envolve sexualmente com uma menina de 13 anos. Perseguido pela Justiça durante 31 anos, acaba preso, aos 76, por ter drogado e estuprado a garota. A trama daria um belo filme de Roman Polanski. Só que ele não pode dirigir – por ser o personagem principal e por estar na cadeia.
Polanski foi preso em Zurique, onde fora receber um prêmio no festival de cinema local, pela acusação de ter embebedado e estuprado a atriz Samantha Gailey quando ela tinha 13 anos, em 1977. Samantha fazia uma sessão de fotos para um filme na casa do ator Jack Nickolson, em Beverly Hills, quando teria sido atacada por Polanski. Em 1994, Polanski pagou US$ 225 mil a Samantha para encerrar o processo civil. Mas, como em 1978 o juiz se negara a julgar Polanski à revelia, o processo criminal continuou aberto. Em 2008, os advogados de Polanski pediram à Justiça do Estado da Califórnia que abandonasse as acusações. O pedido não foi aceito.
Hoje mãe de três filhos, Samantha ainda afirma que a relação não foi consensual. “Ele não teria aceitado um não como resposta”, disse. Para ela, o episódio foi “aterrorizante”. Ela diz, porém, que muito tempo já se passou para que ele seja preso agora. Polanski sempre disse que ela consentiu e que já não era virgem quando tudo aconteceu. Preso na época das acusações, passou 42 dias fazendo avaliações psicológicas na cadeia. Conquistou o direito de viajar depois dos testes. Ao sair da prisão, foi para Londres e, de lá, para a França.
Há três décadas, a Justiça americana tentava prender Polanski, mas ele evitava pisar em países que mantêm tratado de extradição com os Estados Unidos. Ele não voltou aos Estados Unidos nem mesmo para receber o Oscar de melhor diretor por O pianista, em 2002 – com medo de, além da estatueta, ganhar um par de algemas. Casado e pai de dois filhos, Polanski vinha tentando, sem sucesso, responder ao processo em Paris. Assim que soube que ele estaria na Suíça, a Procuradoria de Los Angeles preparou (pela terceira vez) os trâmites para o pedido de prisão. A polícia invadiu o hotel onde ele estava hospedado e o levou preso. O caso gerou farpas entre França e Suíça, pois Polanski é cidadão francês. O ministro da Cultura, Frederic Miterrand, lamentou a prisão de “alguém que já sofreu tanto”. O governo suíço reagiu. “Não há por que não cumprir um mandado de prisão válido, contra qualquer um”, disse Guido Ballmer, porta-voz do Ministério da Justiça suíço.
Nascido em Paris numa família de judeus poloneses, em 1933, Rajmund Roman Liebling Polanski se mudou ainda criança para a Polônia, país da mãe, Bula. Com a invasão nazista, sua mãe foi levada ao campo de extermínio de Auschwitz, onde morreria. Polanski escapou do gueto de Varsóvia aos 9 anos e virou católico fervoroso, por influência da família que o acolheu. Perderia a fé em 1969, quando mais uma tragédia entrou em sua vida. Sua mulher, a atriz Sharon Tate, foi esfaqueada até a morte em Los Angeles, grávida de oito meses, por fanáticos da seita liderada pelo místico Charles Manson. Em sua autobiografia, Polanski escreveu que, após o crime, passou a considerar a fé “um absurdo”.
Samantha não foi a única mulher a fazer acusações contra Polanski. Em 2004, a revista Vanity Fair publicou uma reportagem em que uma modelo afirmava que, às vésperas do enterro da mulher, Polanski tentou forçá-la a manter relações sexuais com ele dizendo que ela seria “a nova Sharon Tate”. O processo correu em Londres, e o depoimento de Polanski foi por videoconferência, já que, se pisasse em solo britânico, ele poderia ser preso por causa da acusação feita nos Estados Unidos. Polanski foi absolvido por falta de provas. A revista teve de indenizá-lo em cerca de R$ 200 mil por danos morais.
Se o caso realmente aconteceu ou se a modelo mentiu, é certo que muitos já tentaram aparecer à custa de Polanski. O próprio promotor do caso, David Well, recentemente afirmou, em depoimento no documentário Roman Polanski: wanted and desired (algo como “procurado e desejado”), que orientou o juiz na preparação do processo contra Polanski. Depois da prisão, Well reconheceu a sites ingleses que mentira por achar que “a história ficaria melhor”.
Ápice dramático do filme que é a vida do diretor, a prisão da semana passada ainda vai provocar controvérsia. Não faltaram outras vozes influentes no mundo do cinema que se juntaram ao coro dos descontentes puxado pelo governo francês. Entre elas, Woody Allen, Pedro Almodóvar e Martin Scorsese. É inegável a contribuição de Polanski para o cinema. Ele escreveu e dirigiu obras-primas como Repulsa ao sexo, O bebê de Rosemary e O inquilino. Mas nenhum de seus defensores é capaz de explicar, com argumentos sustentáveis, por que alguém merece tratamento especial só por ser famoso e talentoso. Ninguém deve estar acima da lei.
Sete mitos sobre o consumo da água

1 - O que se diz: beber bastante água ajuda a eliminar toxinas do organismo
O que se sabe: a função de filtrar toxinas da corrente sanguínea é dos rins; portanto, a questão aqui é saber se água em grande quantidade melhora a função renal. “A resposta é não”, diz a nefrologista Maria Eliza do Amaral Carvalho, do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. “O fato de uma pessoa ingerir muita água não faz com que seus rins filtrem mais e melhor”
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2 - O que se diz: para uma hidratação correta, é preciso ingerir 2 litros de água, ou oito copos, por dia
O que se sabe: a recomendação de 2 litros de água por dia não tem nenhum fundamento científico. E não há prova nenhuma de que a ingestão abundante de água seja benéfica – pelo contrário. “Muita água faz mal ao organismo”, diz o nefrologista Elias David-Neto, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em demasia, ela sobrecarrega os rins e causa a eliminação excessiva de sais minerais, principalmente sódio e potássio, essenciais para o equilíbrio orgânico. Recomenda-se beber líquidos no mesmo volume de calorias consumidas. Para uma dieta de 1 200 calorias, 1,2 litro de água. “Não precisamos de mais água do que a sede solicita”, afirma. É preferível tomar pequenas doses ao longo do dia a ingerir uma grande quantidade de uma vez. E deve-se lembrar que os alimentos também ajudam na hidratação
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3 - O que se diz: muita água é sinônimo de pele mais bonita e saudável
O que se sabe: “essa tese não faz sentido”, escreveu recentemente, num editorial do Journal of the American Society of Nephrology, o médico americano Stanley Goldfarb, um dos principais especialistas no assunto. “A água que se ingere é distribuída para todo o corpo. Apenas uma parte ínfima termina na pele.” Somente o contrário é correto: a desidratação faz com que a pele perca o viço
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4 - O que se diz: água ajuda a emagrecer
O que se sabe: o melhor seria dizer que água ajuda quem está de dieta, por dois motivos: ela não tem calorias e dá a sensação de saciedade. Alguns copos de água certamente tirarão a fome, mas esse efeito dura muito pouco. “Para quem está de dieta, uma forma melhor de obter água e saciar-se é por meio de frutas e vegetais”, diz a nutricionista Suzana Bonumá, de São Paulo
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5 - O que se diz: ao praticar exercícios físicos, é preciso beber muita água para recuperar o que foi perdido
O que se sabe: por muito tempo, a recomendação do Colégio Americano de Medicina Esportiva era que os atletas deveriam tomar o máximo possível de líquidos durante o exercício físico para evitar a desidratação. Agora, o que se sabe é que água em excesso provoca a diluição do sódio. É o mineral que ajuda a conduzir os impulsos elétricos para os músculos, inclusive o do coração. A falta de sódio pode deflagrar dor de cabeça, desorientação e até parada respiratória
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6 - O que se diz: água com gás hidrata menos e ainda causa celulite
O que se sabe: a água com gás hidrata tanto quanto a sem gás. E isso vale tanto para as naturalmente gaseificadas como para as gaseificadas artificialmente. Nenhuma delas causa celulite. “O que favorece a celulite é o açúcar dos refrigerantes, e não o seu gás”, diz o dermatologista Francisco Le Voci
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7 - O que se diz: a alta concentração de minérios das águas minerais pode causar pedras nos rins quando seu consumo é frequente
O que se sabe: não existe uma relação direta entre o consumo dessas águas e a calcificação dos sais nos rins. E isso mesmo em regiões onde as águas são mais pesadas, obtidas de fontes ricas em sais de cálcio. Ao contrário, uma quantidade maior de água é indicada a quem tem propensão ao problema
Veja, 2|set|2009
Read the full storyEntrevista: CARL HONORÉ

No dia em que o filósofo escocês Carl Honoré, 41 anos, foi chamado na escola do filho Benjamin, hoje com 10 anos, e ouviu da professora de artes que o menino desenhava muito bem, ele se encheu de orgulho e sonhou alto. Saiu de lá e foi fazer uma pesquisa na internet sobre escolas de educação artística. Já imaginava: “Estarei criando o próximo Picasso?” Mas, ao indagar o menino sobre o curso, levou um balde de água fria. “Não quero ir para uma aula na qual o professor vai me dizer o que fazer. Só quero desenhar”, disse Benjamin, com firmeza. “Por que os adultos têm que tomar conta de tudo?” Honoré percebeu quanto estava sendo um pai ansioso querendo dominar a felicidade simples do filho e transformá-la em realização. Ele entendeu também que não estava sozinho. Foi quando deu início às pesquisas do livro “Sob Pressão” (Ed. Record), recém- lançado no Brasil. “A ideia era retomar minha autoconfiança como pai e ajudar outros da mesma maneira”, diz Honoré, que também é pai de Susannah, 7 anos. Uma das principais vozes do movimento slow (por uma vida mais tranquila), o filósofo foi criado no Canadá e hoje mora em Londres. Ele domina o português porque morou no Brasil em 1988 e 1990 para trabalhar com meninos em situação de risco.
Qual o problema de pais que, como o sr., tentam desde cedo lapidar a vocação infantil? Não há nada errado em encorajar o talento de um filho. Pelo contrário. É uma das principais responsabilidades dos pais identificar suas paixões e ajudá-los a desenvolvê-las. Mas existe uma grande diferença entre incentivar um talento e colocar a criança sob pressão, numa corrida obsessiva mirando o topo. A infância serve para descobrirmos quem somos e no que somos bons gradualmente, sem ninguém decidindo por nós. Deveria ser um tempo de experimentação em uma série de atividades diferentes. Focar logo cedo em algo leva ao perigo de se fechar para outras opções. Você limita os horizontes da criança no momento em que ela deveria estar aberta para um mundo de possibilidades. Uma criança não é um projeto que você pode modular. Ela é uma pessoa que precisa de permissão para ser protagonista de sua própria vida.
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Mas a sociedade acredita que talento bom é talento precoce, certo? Talento precoce não é garantia de futuro brilhante. Crianças mudam conforme crescem, especialmente na adolescência. O menino que dribla espetacularmente os amigos, como o jogador Robinho fazia aos 6 anos, pode ser um atleta medíocre aos 13. Crianças precisam de espaço e liberdade para cometer erros, fazer más escolhas, ficar em segundo lugar no pódio. É assim que elas aprendem a trabalhar seus pontos fortes e descobrirão no que são boas. Claro que há casos de crianças prodígio que treinam com afinco seus talentos naturais e alcançam benefícios - na música, por exemplo. Mas é importante lembrar que é uma minoria. Nossa cultura exige perfeccionismo. Isso torna difícil para nós, pais, segurar expectativas e ajudar nossos filhos a desenvolver todo potencial que têm sem cair na fantasia de que eles podem ser os próximos Pelé, Paulo Coelho ou Caetano Veloso.
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Como a pressão, com atividades que em tese melhorariam o desempenho no futuro, pode ser prejudicial? É possível acabar para sempre com o desejo dela por algo de que goste. Acelerando o processo de aprendizado, frequentemente não se aprende tão bem. Uma professora de música de Londres me contou sobre uma menina que começou a estudar violino aos 3 anos. Ela saltou à frente de seus pares. Mas aos 6 a técnica dela era tão distorcida que precisou passar meses reaprendendo o básico. As outras crianças que ela tinha ultrapassado acabaram deixando-a para trás.
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Quais são os problemas do mundo contemporâneo que já afligem as crianças? Estamos em um momento único da história da infância na qual somos pressionados a oferecer uma infância “perfeita” aos nossos filhos. Uma série de tendências convergiu ao mesmo tempo para produzir uma cultura da perfeição. A globalização trouxe mais competição e incertezas sobre o mercado de trabalho, o que nos deixa mais ansiosos em preparar os filhos para a vida adulta. A cultura do consumo alcançou a apoteose nos últimos anos. O próximo passo é criar uma cultura de expectativas elevadas: dentes, cabelos, corpo, férias, casa, tudo deve ter perfeição. E crianças perfeitas fazem parte desse retrato. É uma cultura do tudo ou nada. Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.
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